Concurso “Turma 5 estrelas”

Decorreu, no presente ano letivo, mais uma edição do concurso “Turma 5 estrelas”, que tem como objetivo selecionar a turma que, em cada ano de escolaridade, se destacou positivamente pelo comportamento disciplinar e pela participação, dos alunos e das suas famílias, nas atividades e projetos previstos no Plano Anual de Atividades e Projetos do Agrupamento. Mais uma vez, as turmas participaram com interesse e empenho, procurando de forma sistemática capitalizar pontos para o grupo. Muitos parabéns às turmas vencedoras!

 

Concurso “O NOSSO PIRILAMPO”

E o vencedor de 2024 é…

… o Pirilampo da escola EB1 de Panóias. PARABÉNS!

O prémio é uma experiência de SUP _ StandUp Paddle com grupo da CERCI Braga!!

OBRIGADA a tod@s aqueles que participaram. Em 2025 contamos novamente com a vossa colaboração.

EB Mosteiro e Cávado – Alunos recebem o prémio do Concurso Escola Mais Verde

No dia 8 de julho, no edifício do Pópulo, o Município de Braga, com a presença do vereador do Ambiente, Altino Bessa, e o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, entregou os prémios e certificados do concurso “Escola Mais Verde”.
As hortas verticais ou convencionais foram as modalidades do concurso e a iniciativa do município tem como principal objetivo incentivar o espírito de cidadania, de empreendedorismo e a sensibilidade ambiental das crianças e jovens, de forma a contribuírem para uma escola mais sustentável.
A nossa escola esteve muito bem representada para receber o prémio com um grupo de alunos do 6.ºB, 6.º C e do 8.º A que colaborou ativamente em atividades de cidadania e sensibilização ambiental no âmbito do Clube do Ambiente e do Eco- Escolas.
Ao longo do ano letivo, a horta da escola foi um dos espaços educativos em que alunos do Clube do Ambiente, entre outros, para além de sentirem as mãos na terra, para semear e plantar, conviveram e divertiram-se cuidando da horta.
Parabéns aos alunos pela participação no evento e nas atividades desenvolvidas na escola.
Um agradecimento especial aos familiares (mães, avó, irmãos) que acompanharam os alunos, contribuindo para que esse momento de cidadania fosse mais gratificante e de orgulho para todos.

Ação Ambiental na Praia Fluvial de Merelim S. Paio

No dia 29 de maio, quarta-feira, três turmas, do 8.º ano de escolaridade, da Escola Básica Mosteiro e Cávado participaram numa saída de campo à Praia Fluvial de Merelim S. Paio.
Os alunos dividiram-se em grupos de 4 elementos e realizaram o percurso pelo Eco-trilho «À Descoberta da Natureza», a pé, com destino à praia fluvial de Merelim S. Paio, na companhia das suas professoras, realizando diversas atividades educativas e recreativas, como por exemplo, o preenchimento de um guião sobre a biodiversidade. Para tal efetuaram paragens ao longo da caminhada, e medições da intensidade sonora, com recurso à APP «Decibelímetro». Neste percurso realizaram uma importante ação ambiental, recolhendo o lixo que encontravam pelo caminho.
Quando chegaram à praia fluvial de Merelim S. Paio, sentaram-se para descansarem e a lancharem. De seguida participaram numa corrida de estafetas, para a qual as turmas foram divididas em duas equipas e a equipa que perdesse teria de fazer 10 cangurus.
De seguida, foi realizada uma competição semelhante, mas com recurso às cordas desportivas.
No regresso à Escola os alunos procederam à recolha do lixo refletindo sobre a importância da preservação dos ecossistemas fluviais.
No final da atividade, os alunos voltaram para a Escola com a sensação de dever cumprido e com uma nova perspetiva sobre a importância da conservação ambiental e dos efeitos da poluição sonora.
Esta saída de campo fez com que os alunos fortalecessem os laços entre eles e as suas professoras, aprendessem a cuidar do ambiente e também adquirissem conhecimentos sobre diversos temas, enriquecendo a sua cultura geral.
A Escola Básica Mosteiro e Cávado espera que esta e outras iniciativas semelhantes continuem a inspirar os jovens a cuidar do planeta.
As alunas, Matilde Giesteira e Matilde Ferreira, 8.ºB

Clube de Ciência Viva na Escola – CSI

O Clube de Ciência Viva na Escola_ CSI (Ciência sob Investigação) MOSTEIRO e CÁVADO – Eixo/Projeto Era uma vez…com ciência, dinamizou, em articulação com a Biblioteca Escolar, e com a excelente colaboração de 13 alunos da turma E do 9.º ano e de 4 encarregadas de educação dos alunos do 3.º ano, no decorrer do 3.º período, o teatro de fantoches «Dom Plástico», adaptado do conto de Maria José Moreno e a atividade prática laboratorial «As algas vermelhas comem-se?» nas escolas básicas do 1.º ciclo de Panóias, do Carrascal, de Merelim S. Pedro e de Merelim S. Paio, para os alunos do 3.º ano de escolaridade. Três mães que participaram na dinamização do teatro aceitaram o desafio em participar na experiência. De salientar que na escola de Merelim S. Paio, participaram nesta atividade duas professoras da Turquia que se encontravam em atividade de Job Shadowing. As referidas professoras mostraram-se muito interessadas nos materiais produzidos solicitando a partilha dos mesmos para levarem como referência para a Turquia e parabenizaram as docentes dinamizadoras pela pertinência das atividades e qualidade dos materiais.

A dinamização do teatro de fantoches teve como desígnio alertar os alunos para a problemática ambiental dos plásticos no oceano e de os sensibilizar para a importância de separar o lixo para a reciclagem, contribuindo assim para a literacia ambiental.
Findo o teatro, realizou-se a atividade prática laboratorial, com o propósito, por um lado, de mostrar aos «nossos cientistas», o que o oceano nos dá e, por outro, de estes continuarem a aprender, as designações de diferentes materiais de laboratório e de aprimorarem a técnica de pipetagem e de elaboração de registos científicos, desenvolvendo competências literárias, científicas e artísticas.
O dia da realização da atividade prática experimental é sempre aguardado, pelos alunos, com muito entusiasmo e o difícil é convencê-los a dar por terminada a tarefa.
Os alunos participaram nas atividades dinamizadas com grande motivação tendo-se comportado como verdadeiros cientistas, colocando hipóteses e dando explicações para o que foram observando descobrindo que as algas vermelhas se comem. De facto, a experimentação é uma componente importante da formação, ao mesmo tempo que desperta maior curiosidade nos alunos, permite que eles descubram e questionem sobre aquilo que estão a observar.
Congratulamo-nos por semear a curiosidade científica nos pequenos cientistas do nosso Agrupamento, que ao longo do ano demonstraram ser gigantes …
Por último, muito nos apraz saber que, após a avaliação das mães envolvidas, o trabalho desenvolvido foi meritório de reconhecimento, tal como transcrevemos:
«O teatro de fantoches D. Plástico é, simplesmente, fantástico! É uma viagem que alia o lúdico e o pedagógico. As crianças divertem-se e, ao mesmo tempo, aprendem.
A ideia de colocar alunos mais velhos, do 3º ciclo, com as professoras responsáveis pelo projeto e encarregados de educação, foi espetacular. Adorei participar. Diverti-me muito e fiquei muito feliz quando, no fim do teatro, vi a cara da minha filha no público, muito corada, mas com orgulho da mãe.
Muito obrigada pela oportunidade de participar no vosso projeto.
Parabéns pela iniciativa.»
(Mãe da EB de Panóias)
«Foi uma experiência maravilhosa! Tudo organizado e feito com dedicação, pois trazia as decorações para que o teatro fosse o mais incrível possível e assim foi.
Quanto à experiência tão giro como com pequenas coisas se faz coisas surpreendentes, gostamos tanto que repetimos em casa a experiência.
Saí da escola de coração cheio, adorei os seus alunos e a si pela forma carinhosa e pelo orgulho visível que demonstra no seu trabalho. Obrigada
Estarei disponível para novas aventuras.»
(Mãe da EB do Carrascal)
«Eu gostei imenso de participar na peça, é a peça muito interessante, muito lúdica e que cativou muito os alunos.
Fui muito bem recebida e desejo muitas felicidades para os alunos do Cavado que também participaram.
Obrigada»
(Mãe da EB de Merelim S. Paio)

Clube de Ciência Viva na Escola – CSI

O Clube de Ciência Viva na Escola_ CSI (Ciência sob Investigação) MOSTEIRO e CÁVADO – Eixo/Projeto Era uma vez…com ciência, dinamizou, em articulação com a Biblioteca Escolar, no decorrer do 2.º período, a hora do conto «Os Ovos Misteriosos», de Luísa Ducla Soares e Manuela Bacelar e a atividade prática experimental: «Como se fazem ovos extraterrestres?», em todas as escolas básicas do 1.º ciclo do agrupamento, para os alunos do 3.º ano de escolaridade e para seis alunos do 4.º ano da turma F3/4.
A hora do conto «Os Ovos Misteriosos», possibilitou-nos educar os alunos para o amor incondicional e que todos somos diferentes, mas é essa diferença que nos torna seres humanos especiais. Foi extraordinário observar o envolvimento dos alunos a ouvir e a compreender este tesouro literário.
Seguidamente foi o momento de realizar a atividade experimental com os nossos cientistas super curiosos e empenhados!… No decorrer da atividade os alunos aprenderam a efetuar medições com rigor, o nome de materiais de laboratório desconhecidos e recordar o nome de outros que já conheciam, e como identificar as substâncias ácidas, neutras e alcalinas, para dar resposta à questão-problema: «Como se fazem ovos extraterrestres?» Aproveitamos o momento para falar também da nossa alimentação, da nossa digestão e da nossa higiene oral.
Estas atividades permitiram desenvolver competências literárias, científicas e artísticas, promovendo o gosto pela descoberta e pela ciência, através da metodologia científica nas suas diferentes etapas: questionar, formular hipóteses, prever como encontrar respostas, experimentar e recolher informação, organizar e analisar a informação para chegar a conclusões e saber comunicá-las com rigor.
Por último, muito nos apraz afirmar que somos sempre convidadas a voltar! Quando voltamos, com novas experiências e aventuras, continuamos a semear a curiosidade científica dos pequenos cientistas do nosso agrupamento, que já nos demonstraram que são gigantes…

“O mar começa aqui” – Arte no recreio da escola com mensagem ambiental

 

No dia 25 de junho, no âmbito do Programa Eco-Escolas, e em parceria com o Município, realizou-se a pintura de uma sarjeta no interior da Escola Básica Mosteiro e Cávado, finalizando-se o projeto “O mar começa aqui”. Devido às dificuldades de execução da pintura na última semana de aulas, foi possível nesse dia cumprir a atividade, com a colaboração de cinco alunas do 8.º ano, quatro da turma A e uma da turma B. O grupo participante, orientado pela coordenadora Sara Ribeiro, pintou no recreio da escola o desenho vencedor da aluna Beatriz Semelhe, do 8.º ano turma A, entre três desenhos finais do 8.º ano, seleção que resultou da apreciação por alunos do 5.º ano e das coordenadoras do Eco- Escolas.

O projeto teve início no 2.º período com a elaboração de desenhos pelos alunos de três turmas do 8.º ano de escolaridade na disciplina de educação visual. Os principais objetivos do projeto “O mar começa aqui” são: promover a compreensão da importância da preservação dos ecossistemas e da biodiversidade em geral, com foco na qualidade da água doce e salgada; fomentar a criatividade dos alunos, desenvolvendo competências nas áreas da expressão plástica e artística; educar para a cidadania ativa, incentivando os jovens a transmitir a mensagem de que “Tudo o que cai no chão, vai parar ao mar” a toda a comunidade.

A mensagem de sensibilização ambiental para a proteção da biodiversidade marinha fica agora reforçada no recreio da escola, enriquecendo o espaço exterior. A pintura da sarjeta foi submetida para concurso nacional do projeto “O mar começa aqui”.

Parabéns aos alunos que participaram com interesse, motivação e entusiasmo na pintura do desenho e a todos os que estiveram envolvidos no desenvolvimento do projeto.

Um agradecimento ao professor Rui Pereira de educação visual e à professora Sara Ribeiro, responsável pela pintura da sarjeta e coordenadora do Eco- Escolas.

 

Póster Eco-Código 2024

O póster Eco- Código 2024, passo 7 da implementação do Programa Eco- Escolas, é um código de conduta ambiental orientador de hábitos e comportamentos a desenvolver pela comunidade educativa de forma a promover a sustentabilidade ambiental.
O póster foi elaborado na ferramenta Canva por duas alunas do 8.ºA, Beatriz Semelhe e Beatriz Araújo que, com base no Eco-Código do ano transato, criaram um novo design na descrição de hábitos e comportamentos que devemos adotar que contribuem para a proteção do planeta.
O Eco-Código foi aprovado pelo Conselho Eco- Escolas e, após votação entre duas versões quanto à cor de fundo, foi escolhido para concurso nacional a versão com mais votos.
Parabéns às alunas pelo excelente trabalho.
Brevemente será divulgada a votação online das Eco- Escolas participantes.